Título:
Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII

Analíticos:

CARDIM, Pedro - Contexto político e cultural. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 15-30.


MONTEIRO, Nuno Gonçalo - Os "consumos culturais" da aristocracia na dinastia de Bragança. Algumas notas. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 31-39.


MONTEIRO, João Pedro - Uma identidade cerâmica: louças e azulejos seiscentistas. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 43-52.


CARVALHO, Rosário Salema de - Entre Santos e os Anjos: a produção azulejar na Lisboa do século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 53-62.


SIMÕES, João Miguel - Aspectos sociais dos artífices da arte do azulejo na cidade de Lisboa. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 63-67.


PAIS, Alexandre Nobre - Ecos. A presença de artífices estrangeiros e o azulejo quinhentista de faiança em Portugal. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 69-79.


PAIS, Alexandre Nobre - Padrões (ainda) imprecisos. A azulejaria de repetição no século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 83-95.


PENALVA, Luísa - A ourivesaria e a joalharia nos padrões azulejares do século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 97-100.


HALLETT, Jessica - A gramática do ornamento: têxteis islâmicos e o azulejo português do século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 101-108.


SERRÃO, Vítor - O " Brutesco nacional" e a pintura de azulejos no tempo do barroco (1640-1725). Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 183-200.


PROENÇA, José António - Os revestimentos azulejares e o mobiliário português seiscentistas: ambientes e gramática decorativa. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 201-208.


SANTOS, Diana Gonçalves dos - Fontes gravadas para a azulejaria seiscentista segundo a sua classificação tipológica. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 223-234.


MANGUCCI, Celso - Nova história, novas imagens. A singular experiência dos programas iconográficos religiosos seiscentistas em azulejos. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 237-246.


ALMEIDA, Patrícia Cristina Teixeira Roque de - Azulejo e arquitectura nas encomendas das ordens religiosas. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 247-261.


MARTINHO, Bruno A. - O azulejo como espelho. Iconografia na arquitectura civil seiscentista. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 291-303.


BORGES, Maria de Lourdes Calvão - Representações heráldicas na azulejaria portuguesa do século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 305-311.


CURVELO, Alexandra - O uso do azulejo e a presença portuguesa na Ásia no século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 335-348.


SENOS, Nuno - Azulejaria seiscentista no Brasil. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 349-354.


CARVALHO, Rosário Salema de - Gabriel del Barco, um mestre na transição para a azulejaria do século XVIII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 359-365.


COENTRO, Susana - As cores na azulejaria portuguesa do século XVII. Um gosto português. O uso do azulejo no século XVII. Lisboa: MNAz/Athena. 2012. pp. 375-383.
Notas: São co-autores Vânia S. F. Muralha; Augusta M. Lima; António S. Silva; Alexandre N. Pais; João Manuel Mimoso


Editor:
MNAz/Athena

Data edição:
2012

Tema/Assunto:
Azulejaria\portuguesa

Tipo de Documento:
Catálogo de exposição

Disponível em:
Disponível na Biblioteca do Museu Nacional do Azulejo

Notas:
Tendo o Azulejo começado a ser produzido, em Lisboa, cerca de 1560, foi no século XVII, ainda num contexto de União Ibérica, que se começou a afirmar como uma arte que hoje se considera identitária da cultura portuguesa, assumindo especial relevância no contexto universal da criação artística. Foi com os módulos de repetição do século XVII que o Azulejo foi pensado em Portugal como elemento estruturante de arquitecturas, em grandes revestimentos interiores. Em simultâneo, a Igreja e a Nobreza encomendaram, para o revestimento dos seus espaços, azulejos figurativos que reflectem o gosto, mas também a necessidade de afirmação política e social de cada um destes grupos. Desta riquíssima variedade, criação das olarias de Lisboa, dão conta os cinco núcleos em que se divide a exposição bem como o catálogo, com chancela da Babel, que conta com estudos inéditos de cerca de vinte especialistas e se afirma como um contributo efectivo para o avanço do conhecimento.


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